sábado, 16 de abril de 2011

Pobreza y corrupción, Una dupla en crecimiento



Desde la caída de la dictadura de Alfredo Stroessner, en 1989, en Paraguay aumentaron tanto los índices de desigualdad social como de corrupción, señala el Informe 2004 sobre Derechos Humanos elaborado por la organización no gubernamental Comité de Iglesias para
Ayudas de Emergencia (CIPAE).

Paraguay está ubicado actualmente en el puesto número seis en el ranking de los países más corruptos del mundo, sólo detrás de Haití en el continente americano y encabezando la lista en el subcontinente sudamericano.

El CIPAE realizó un relevamiento de las violaciones a los derechos humanos (polí-ticos, sociales, económicos) cometidas desde la caída de la dictadura.

Indica así que 90 dirigentes campesinos han sido asesinados, que se ha acentuado enormemente la concentración de la propiedad de la tierra (hoy el 20 por ciento de la población más rica tiene el 60 por ciento de las riquezas), que alrededor de 400 mil familias carecen de tierras para cultivar, que 2.324.000 personas viven bajo la línea de pobreza, que el 37,4 por ciento de la población económicamente activa presenta problemas de empleo (el desempleo abierto llega al 15,9 por ciento y el subempleo total al 22,1), que la proporción de población analfabeta de más de 15 años llega al 7 por ciento a nivel nacional (10 por ciento en el medio rural y 4,5 entre los jóvenes) y que el 58 por ciento de los habitantes del campo carece de cédula de identidad.

Estos son los peores índices de desigualdad, pobreza y exclusión que afronta el país desde la caída de Stroessner.

Paraguay es la nación que menor presupuesto destina (apenas tres millones de dólares) a gastos sociales para combatir la extrema pobreza en toda América Latina.
Según Julio Fernández, coordinador técnico del proyecto "Gasto Social en el Presupuesto del Paraguay", emprendido por el Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD) y el Fondo de Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF), para 2005 se han previsto apenas 300 mil dólares para el combate a la desnutrición. En el país hay actualmente 35 mil niños menores de cinco años en esa situación (5 por ciento de la población total de esa franja de edad) y 140 mil en riesgo de desnutrición.

Confirmando esos datos, un informe elaborado por la asociación internacional Social Watch revela que Paraguay destina apenas 140 dólares por habitante al rubro gasto social, cuando el promedio latinoamericano es de 696 dólares.

Si bien en los años noventa se produjo un crecimiento sostenido del dinero destinado al área social en el presupuesto general de la nación, esa tendencia se revirtió a partir de 2000. En 2004 ese rubro experimentó una caída de 11 por ciento respecto al año anterior, llegando a representar el 38 por ciento del presupuesto general del Estado, cuando debía haber trepado al menos al 50 por ciento para alcanzar niveles de gasto aceptables en la materia incluso a nivel regional.

El informe del CIPAE recuerda por otra parte que en mayo de 2004 el vicepresidente de Paraguay, Luis Castiglioni, admitió que el gobierno precisaba de 160 millones de dólares para combatir la pobreza y la exclusión social y llevar adelante un plan estratégico de desarrollo sostenible.

El año pasado, cita también el CIPAE, Nils-Arne Kastberg, director regional de la Unicef para América Latina y el Caribe, aseguró que con las ganancias generadas en 18 días por las represas de Itaipú y Yacyretá puede reducirse notoriamente la malnutrición infantil en Paraguay. Igualmente basta con acciones sencillas y poco onerosas como la fortificación de la harina y el agregado de yodo a la sal para mejorar los niveles de alimentación de la población en esas condiciones, agregó Kastberg.

La escasa relevancia del gasto social contrasta con las elevadas sumas dedicadas por el Estado al rescate de bancos quebrados y a la indemnización de ahorristas, que superaron los dos mil millones de dólares en diez años. A su vez, 740 millones de dólares fueron lisa y llanamente "despilfarrados", una suma que podría haber bastado para duplicar el presupuesto que en 2004 se destinó a educación y salud.

En Asunción, Rosalía Ciciolli
© Rel-UITA

quinta-feira, 24 de março de 2011

Morte de pastor indígena expõe perseguição na Colômbia


 Os irmao Colombianos em momento de louvor a Deus.

COLÔMBIA (*) - A perseguição contra quase 3.000 indígenas cristãos cresceu no departamento de Cauca nos últimos 10 meses, denunciando os abusos contra esta população na Colômbia.

Duas pessoas morreram, uma está presa, duas casas foram incendiadas, 20 famílias estão cativas em suas próprias casas, 12 vacas foram roubadas, restrições foram impostas sobre os serviços de saúde e educação. Isto aconteceu depois que os pastores da região, e até mesmo nativos não-cristãos, criaram a Organização Indígena Multicultural da Colômbia (OPIC, Organización Pluricultural Indígena da Colombia) em março de 2009, para estabelecer sua identidade indígena como cristãos.

Através dela, esperavam manter seus filhos longe da educação ancestral e anti-cristã em escolas dirigidas por líderes indígenas tradicionais. Além disso, eles queriam recuperar recursos econômicos e de saúde pública dados às comunidades indígenas pelo governo, que são negados aos cristãos.

Direitos

Segundo o Conselho Indígena Municipal, quem deixa a tradição indígena e segue o cristianismo perde os seus direitos e paga pelas consequencias, às vezes, com a própria vida.

Em 05 de março, os índios tradicionais deram ao pastor Jorge Ponton uma poção como parte da perseguição sistemática dos líderes indígenas contra os cristãos. Jorge foi levado ao hospital mais próximo na cidade de Garzón, Huila, onde morreu de envenenamento poucos dias depois. Ele pastoreou a Igreja Cristã Evangélica da Colômbia em Nasa no departamento de Cauca. Com formação pastoral no Antorcha La Bible Institute, especializado na formação indígena, o pastor ministrava no distrito de Vila Itivo dentro da reserva Mosoco.

Na manhã do mesmo dia, a governadora Sonia Hurtado, juntamente com 50 guardas indígenas, danificou o campo de um fazendeiro cristão, Jaime Tenório. Eles ainda roubaram 10 vacas de Hermes Vivas, um membro da igreja. Ele e sua esposa, Ana Rosa Perdomo, foram obrigados a pagar 140 dólares para membros do Conselho para devolução das vacas, e uma guarda indígena golpeou cruelmente Ana com um chicote, como punição por reivindicar seus direitos.

Tradução: Yara Ferreira

* Este país não se enquadra entre os
50 mais intolerantes ao cristianismo.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na China.









CHINA (16º) - No dia 09 de fevereiro, o cristão chinês Shi Weihan foi solto, após cumprir a pena de três anos de prisão, segundo uma fonte que pediu anonimato.

O cristão chinês tinha uma livraria que, segundo fontes, tinha permissão legal para funcionar, porém em 2009 ele foi preso por “trabalho ilegal” e obrigado a pagar uma multa de 150.000 yuans (US$ 21.975,00).

O tempo de prisão anterior à pena recebida é contado e descontado do período seguinte, por isso a sentença considerou o período de 28 de novembro de 2007 (primeira prisão) a 27 de novembro de 2010, uma vez que ele já estava preso antes do julgamento.

Shi Weihan está com os familiares e, até o momento, não há mais informações a respeito de sua libertação. Para conhecer mais sobre sua história, clique aqui.

Pedidos de oração:
  • Ore por Shi Weihan e sua família, para que haja muito amor e união, mesmo depois de tantos anos separados. Ore por segurança e pela saúde de Shi e sua família. Durante a prisão ele esteve muito doente.
  • Ore para que a família supere tudo o que passou e não haja traumas, principalemente nas filhas dele.
  • Ore pela igreja chinesa, que tem ainda tantos cristãos presos.

Tradução: Missão Portas Abertas

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Ataques religiosamente motivados deixaram país em grande necessidade.

 NIGÉRIA - Os ataques mortais da véspera de Natal da região Central da Nigéria foram religiosamente motivados apesar do passado complicado da nação africana de lutas economicamente e socialmente alimentadas, diz a organização de missão.

Espectadores reúnem-se em torno de um carro queimado fora da Igreja Batista da Vitória em Maiduguri, Nigéria, sábado, 25 de dezembro, 2010. As autoridades dizem que dezenas de assaltantes atacaram a Igreja na véspera de Natal, matando o pastor, dois membros do coro e duas pessoas que passavam pela Igreja. A polícia está culpando os membros do Boko Haram, uma seita muçulmana radical.

“Há sempre disputas por terras,” disse Rae Burnett, vice-presidente diretor africano da Christian Aid Mission. Contudo, Burnett insistiu que os ataques da semana passada foram o resultado das disputas muçulmanas e cristãs. “É política, no sentido de que os Muçulmanos querem retomar a Nigéria,” afirmou ela. “Eles querem à sua maneira. Eles querem mais Sharia (Lei Islâmica).”

E na Nigéria onde o país está dividido entre 50/50 muçulmanos e cristãos, Burnett identificou intimidação violenta como a ferramenta-chave de extremistas radicais.

Jos, capital densamente povoada da Plateau, foi vítima de uma série de seis ataques violentos na Véspera de Natal. Duas bombas explodiram próximas a um agitado mercado onde as pessoas estavam fazendo compras de Natal. Então outra explosão ocorreu em uma vizinhança cristã e uma quarta explosão ocorreu próximo a uma estrada que leva a uma mesquita em Jos.

Também na Véspera de Natal, homens armados atacaram duas Igrejas nas proximidades de Miduguri, matando seis pessoas, incluindo um pastor de Igreja e dois homens ensaiando para o culto.

O grupo radical muçulmano Boko Haram, o qual tem a história de violência contra Cristãos, tem assumido responsabilidade pelos atentados em Jos e os ataques às Igrejas. Boko Haram, literalmente “Livros, o mau,” significa “Oeste, educação não islâmica é um pecado.”

Jos, por comparação, significa "Jesus, meu Salvador." Jos está localizado numa zona central, entre as comunidades cristã e muçulmana. Burnett, que forneceu traduções, argumentou que os muçulmanos radicais estão bem cientes da localização central de Jos tem tido há muito tempo como alvo a área desde os ataques anteriores, em março.
O contato de Burnett, Gabriel Barau, relata que a polícia tem conhecimento de um ponto de Natal. "Ele está conectado à polícia. Eles alertaram que algo iria acontecer no Natal," compartilhou ela.

No entanto, as autoridades nigerianas não estão totalmente convencidas de que os ataques de Março, que mataram 500 Cristãos no Estado de Plateau, um dia, e mais 13 Cristãos duas semanas mais tarde, foram religiosamente motivados.

Durante a viagem em maio do Conselho Mundial de Igrejas para Jos, na Nigéria, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Henrique Odein, disse à delegação que a violência foi incitada por questões "de natureza social e econômica."

As aldeias podem ser destruídas e seus habitantes massacrados pelo controle da terra. No entanto, é inegável que os muçulmanos por motivos religiosos estão participando dos ataques, e as vítimas são essencialmente cristãs.

Na sequência dos ataques, a agência de apoio missionário sediada na Virgínia criou uma linha de emergência, coletando fundos para as suas filiais em Jos. Barau, que também é presidente da Associação de Missões Evangélica da Nigéria, é uma das suas afiliadas.

Burnett explicou que, no rescaldo da tragédia de férias, os Cristãos estão em contradição uns com os outros. Alguns grupos nominais de "nomeados apenas” Cristãos, como ela descreveu, querem retaliar o ataque de forma semelhante.

Mas "aqueles que realmente têm o espírito de Cristo está realmente orando para que esta seja uma oportunidade," disse ela, para alcançar os necessitados espiritualmente e fisicamente.

O dinheiro é necessário para enfrentar a pobreza de recursos deixados por ambos os ataques de Março e Dezembro. Burnett relatou que as pessoas precisam de roupas e alimentos.

"Por conta própria, eles não têm recursos," afirmou. Mas com o dinheiro doado, Burnett espera que os grupos sejam capazes de alcançar os perdidos e machucados. 

Fonte: Christian Post