quarta-feira, 30 de maio de 2012

DISSE O SENHOR: EU IREI DIANTE DE TI…

sexta-feira, 13 de abril de 2012

AFUGENTANDO AS PESSOAS DO INFERNO


Se nós que cuidamos das almas soubéssemos como é o inferno e conhecêssemos a situação dos condenados à perdição, ou se por algum outro meio nos tornássemos conscientes de quão pavorosa é a condição deles; se ao mesmo tempo soubéssemos que a maioria dos homens foi para lá e víssemos que nossos ouvintes não se dão conta do perigo – nestas circunstâncias, seria moralmente impossível que evitássemos mostrar-lhes com muita seriedade a terrível natureza de tal desgraça e como estão extremamente ameaçados por ele. Nós até mesmo lhe clamaríamos em alta voz.

Quando os ministros pregam friamente sobre o inferno, advertindo os pecadores de que o devem evitar, por mais que suas palavras digam que é infinitamente terrível, eles acabam se contradizendo; pois à semelhança das palavras, as ações também têm sua própria linguagem. Se o sermão de um pregador ilustra a situação do pecador como imensamente pavorosa, enquanto seu comportamento e sua maneira de falar contradizem isso – mostrando que ele não pensa assim – tal ministro vai contra seu objetivo, porque neste caso a linguagem das ações é muito mais eficaz do que o significado puro e simples de suas palavras. Não que eu credite que devemos pregar somente a Lei; acontece que ministros talvez preguem suficientemente outras coisas. O evangelho deve ser proclamado tanto quanto a Lei e esta deve ser pregada apenas para preparar o caminho para o evangelho, a fim de que ele possa ser proclamado de modo mais eficaz. A principal tarefa dos ministros é pregar o evangelho: "Porque o fim da Lei é Cristo para a justiça de todo aquele que crê" (Rm 10.4). Portanto, um pregador ficaria muito além da verdade se insistisse demais nos terrores da Lei, esquecendo seu Senhor e negligenciando a proclamação do evangelho. Mesmo assim, porém, a Lei realmente deve ser enfatizada, e sem isso a pregação do evangelho talvez seja em vão.

Certamente, é belo falar com seriedade e emoção, conforme convém à natureza e importância do assunto. Não nego que possa existir um pouco de impetuosidade imprópria, diferente daquilo que, pela lógica, decorreria da natureza do tema, fazendo com que forma e conteúdo não estejam de acordo. Alguns dizem que é ilógico usar o medo a fim de afugentar as pessoas para o céu. Contudo, acho que faz parte da lógica o esforço para afugentar as pessoas do inferno em cujas margens elas se encontram, prontas para cair dentro dele a qualquer momento, mas sem se dar conta do perigo. Não seria justo afugentar alguém para fora de uma casa em chamas? O medo justificável, para o qual há uma boa razão, certamente não deve ser criticado como se fosse algo ilógico.

Autor. Jonathan Edwards

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Confiados no Senhor.





O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice trasborda. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR por longos dias. Salmos 23.
            O salmista sabia muito bem do que falava quando escreveu este salmo; além do que foi uma inspiração propiciada pelo Espírito Santo. A certeza com que ele faz esta afirmação é de uma profundidade que quando estamos em plena comunhão com o Senhor passamos a sentir o mesmo que o salmista: não apenas uma sensação de segurança, mas a certeza de estar seguro sob a vigilância constante do Supremo Pastor, o Senhor Jesus. Hoje a insegurança é muito grande, pois as pessoas vivem apreensivas quanto à própria segurança; hoje sofremos não pelos motivos corretos, ou seja, por amor ao nome Jesus, e sim por situações pessoais de conflitos que se formam ao nosso redor ou dentro de nós; sequer consideramos que cada aflição que sofremos tem uma razão de ser pelo que diz a Escritura: NO DIA DA PROSPERIDADE GOZA DO BEM, MAS NO DIA DA ADVERSIDADE CONSIDERA; PORQUE TAMBÉM DEUS FEZ A ESTE EM OPOSIÇÃO ÀQUELE, PARA QUE O HOMEM NADA DESCUBRA DO QUE HÁ DE VIR DEPOIS DELE. (ECLESIASTES 7.14)
Meus amados irmãos é com muita alegria que venho através deste relatório vos comunicar das maravilhas que o Senhor Jesus está realizando aqui na cidade de Natalio. Para gloria de Deus neste mês de Março, pela infinita misericórdia do Senhor mais três pessoas se entregaram a Cristo.
Informamos também que no bairro Santa Rosa começamos o trabalho com as crianças e que para gloria de Deus já são treze, entre crianças e adolescente.
Que vos informar também que este mês foi de muitas lutas, pois por inveja de alguns pastores locais fomos duramente perseguidos e agredidos por palavras, como por exemplo: fomos chamados de impostores, falsos profetas e etc... As igrejas aqui são muitos fechados e tem como ensino e doutrina os usos e costumes, e por isso nos atacam porque temos buscado em nossos cultos ensina a palavra de Deus, que é a única que pode trazer uma verdadeira transformação. É por não falar muito na questão das vestimentas que estamos sendo perseguidos. Porque para eles é impossível que uma mulher crente que vista calça vá aos céus. E outra para eles salvação só em suas igrejas. Peço a igreja ai em João Pessoas que orem de maneira especial para que Deus possa derribar estas paredes, para que possamos junto trabalhar para o reino do Senhor.
Igualmente, informo que, uma irmã nova decidida, que se chama cayetana de 80 anos de idade, testemunhou um milagre em sua vida. Ela vinha sofrendo a mais de um ano com uma forte dor de cabeça, e já tinha ido aos médicos e nenhum descobri-o o que era, mas graças a Deus através das nossas orações que fizemos por ela no dia em que se entregou a Jesus ele foi curada. Gloria a Deus por isso.

Contribua com esta obra.

Banco do Brasil.
Agencia: 1681-0
C/C: 26.935-2


Trabalho com as crianças em Santa Rosa.



Irmã cayetana que recebeu a cura divina.



Missão Paraguai.

Missionário Joelson Lourenço e Familia.

Missões no Bairro Santa Rosa

sexta-feira, 2 de março de 2012

Celebrando a vitoria. "Um ano de benção na presencia de Deus- Natalio-Paraguai".


            Neemias 2.20. “Então lhes respondi, e disse: O Deus dos céus é o que nos fará prosperar: e nós, seus servos, nos levantaremos e edificaremos”...
            Vemos neste verso, as palavras corajosas de um homem que aprendeu a amar a Deus e a seu povo. Neemias é um dos maiores exemplos da bíblia de amor, fé e dedicação. Com ele aprendemos a confiar em Deus e a esperar com paciência nas promessas do Senhor; aprendemos também a enfrentar nossos inimigos sem medo, pois assim como o Senhor foi com Neemias Ele será também conosco, assim como fez prosperar os caminhos de Neemias para o cumprimento dos seus desígnios em sua vida, assim fará o Senhor prosperar os nossos caminhos. Que possamos crer que o Deus dos céus nos fará prosperar em nossos caminhos, e que não serão as lutas nem tão poucos aqueles que se levantam contra a obra que o Senhor colocou em nossas mãos, que impedirá que as bênçãos de Deus venham sobre nossas vidas. 
Meus amados irmãos é com muita alegria que venho através deste  vos comunicar as maravilhas que o Senhor Jesus está realizando aqui na cidade de Natalio. Para gloria de Deus neste mês de fevereiro, pela infinita misericórdia do Senhor completamos ano de trabalho, e graças a Deus já podemos contar com um bom grupo de irmãos que estão trabalhando conosco. O Senhor estar salvando vidas e operando maravilhas neste lugar, mas mesmo assim continuo pedindo vossas orações por este trabalho e por esta cidade, pois trabalhamos incessantemente para a salvação das vidas, porem existe uma batalha muito grande a ser vencida que a tradição católica, pois as pessoas se decidem ao Senhor e são proibidas por suas famílias a perseverarem. Orem por isso.
Outrossim, vos comunico que no ultimo dia 26, oferecemos um culto em ações e graças por um ano de nossa missão nesta cidade. Foi uma grande benção de Deus. O Senhor derramou do seu Espirito de maneira poderosa sobre a igreja. Tivemos a participação de varias igrejas locais, um grupo de irmãos de Itaugua e um grupo de irmãos da cidade de Carlos Antônio Lopez do departamento de Itapua.
Para gloria de Deus, neste culto houve a decisão de 4 pessoas para cristo.
Pedidos de Orações:
1.      Par que Senhor continue nos dando sabedoria e inteligência para realizarmos a sua obra neste lugar;
2.      Para que o Senhor nos dê saúde e vigor físico para continua perseverante em sua obra;
3.      Pela cidade de Natalio e pelo seu povo para que Deus esteja trabalhando nos corações a fim de que sejam libertos da idolatria;
4.      Pelo trabalho com as crianças e o projeto com os jovens que está em planejamento e a espera de recursos;
5.      Pelos irmãos que estão aceitando para que o Senhor lhes dê firmeza em seus caminhos.


Missionário: Joelson Lourenço da Silva e Família.


Natálio em 02 de Fevereiro de 2012


Veja as fotos abaixo.



Momento de louvor e adoração





Crianças Paraguaias louvando em Guarani.     


 Irmãos Paraguaios louvando em Guarani.


Irmão Rodolfo Miña pregando a palavra e orando pelos novos decididos.




Ajude-nos a levar adiante este trabalho. Ore, e contribua:

Bradesco-Agencia 0435-Conta corrente Nº 0553013-0
B. Brasil-Agencia 1681-0-Conta corrente Nº 26.935-2

Deus continue vos abençoando.



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Esperança = Convicção.



Neste último texto sobre a esperança quero destacar uma característica que perpassa a verdadeira esperança em Deus: a convicção. A esperança cristã de forma alguma é uma expectativa fictícia, vã, tola, vazia, mas uma espera convicta daquilo que espera; uma espera repleta de certeza da concretização daquilo por que se espera pois é alimentada pela fé. Já falei anteriormente que a fé e a esperança são irmãs siamesas; uma não existe sem a outra.
O apóstolo Paulo, que passou por inúmeras e pesadas tribulações na vida, assim disse sobre a esperança:
“E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”. (Rm 5:5)
Posso até vislumbrar o apóstolo cheio de convicção escrevendo aos seus leitores de Roma. A esperança não traz confusão. A esperança não existe em vão, não é uma muleta para vida, nem uma fuga da realidade. A esperança traz em seu seio a certeza, a convicção de que o futuro se tornará presenta, o intangível se transmutará em realidade.
A esperança não confunde.
A esperança não decepciona.
A esperança não envergonha.
As pessoas podem até desacreditar, zombar de nós, dizer que somos tolos de esperar. Mas a jornada cristã só acontece para aquele que experimenta a esperança. Paulo deixa claro que aquele que espera não ficará confuso, decepcionado, envergonhado.
A esperança traz em si mesma uma qualidade paradoxal. Muitas vezes, devido às circunstâncias, precisamos ter esperança contra a própria esperança.
Como assim? Vejamos o que diz Paulo:
“O qual, em esperança, creu contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência”. (Rm 4:18)
Neste versículo Paulo está relatando a história de Abraão, o pai da fé. E como Abraão, em esperança, creu contra a esperança?

Encontramos a resposta em Gênesis.
“E disse: Certamente tornarei a ti por este tempo da vida; e eis que Sara tua mulher terá um filho. E Sara escutava à porta da tenda, que estava atrás dele. E eram Abraão e Sara já velhos, e adiantados em idade; já a Sara havia cessado o costume das mulheres”. (Gn 18:10-11)
Isso é ter esperança contra a esperança. Deus aparece a Abraão, então com 99 anos, e lhe diz que, em breve, ele segurará um filho nos braços. Ora, as circunstâncias em que Abraão vivia contradiziam totalmente esta promessa de Deus. Abraão e Sara eram velhos e adiantados em idade. Sara não estava mais na idade fértil. Tudo ao redor dizia que era impossível algo assim acontecer. A situação era tão absurda que Sara riu, quando ouviu o Senhor falando sobre o filho.
Todavia Abraão não atentou para seu próprio corpo nem para o amortecimento do ventre de Sara. Como disse Paulo, ele estava “certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer”. (Rm 4:21)
E assim foi. “E concebeu Sara, e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado, que Deus lhe tinha falado”. (Gn 21:2)
Há momentos na nossa vida em que tudo ao redor nos diz que não tem mais jeito, não há mais esperança. É nesses momentos que precisamos mais do que nunca encher nosso coração com a esperança contra a esperança. Ou seja, é ter uma esperança maior do que as situações da caminhada.
Esperar contra a esperança é estar convicto de que as circunstâncias não são o ponto final da vida.
Esperar contra a esperança é estar convicto de que as coisas que não vejo, verei.
Esperar contra a esperança é estar convicto de que o impossível pode acontecer.
Esperar contra a esperança é fazer como Jeremias que viu Jerusalém ser arrasada pelos babilônios, que viu a tragédia de perto, que experimentou a dor no sentido mais agudo. Ao
olhar o mundo ao redor, Jeremias chegou a dizer: “Já pereceu a minha força, como também a minha esperança no SENHOR”. (Lamentações 3:18)
Como ter esperança ao ver a morte passear pela cidade que tanto amava?
Num primeiro momento, Jeremias disse que tinha perdido a esperança. Mas algo fez mudar seu coração.
“Disto me recordarei na minha mente; por isso tenho esperança. As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade. A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto esperarei nele. Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca”. (Lamentações 3:21-25)
Atentemos bem para o texto. Se as circunstâncias que nos circundam são tao hostis e cruéis que nos dizem não haver mais esperança, ainda há um elemento essencial que devemos recordar e voltar a ter esperança: as misericórdias do Senhor.
Se tudo me indica que não há mais jeito,
Se tudo me indica que o fim chegou,
Se tudo me indica que a esperança morreu,
As misericórdias do Senhor ainda me mantêm de pé.
As misericórdias do Senhor ainda me mantém vivo.
As misericórdias do Senhor me dão a certeza de que Ele ainda se importa comigo.
Elas são a causa de não sermos consumidos, tragados, derrotados.
Elas se renovam a cada manhã tal como a luz do sol.
Elas não têm fim porque o próprio Deus não tem fim.
Por isso, tenho esperança.
Por isso, nele esperarei.
Por isso, Ele é minha porção.
Por isso, “alegrai-vos na esperança”, disse Paulo.
Alegremo-nos, nós não somos como aqueles que não têm esperança.
A nossa esperança não nos decepciona.
A nossa esperança nos dá garantia.
A nossa esperança se transmutará em realidade.
“Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo”. (Romanos 15:13)

Alexsander Carvalho